A química entre Lula e Trump desandou — e isso não é bom para nenhum dos lados
Quando Donald Trump afirmou, durante a Assembleia Geral da ONU de 2025, que havia surgido uma “excelente química” entre ele e Luiz Inácio Lula da Silva, abriu-se uma inesperada possibilidade de reaproximação. Apesar das profundas diferenças ideológicas, os dois presidentes demonstravam disposição para conversar e substituir o confronto por uma relação pragmática.
A aproximação chegou a produzir resultados. Houve telefonemas, negociações comerciais e uma visita de Lula à Casa Branca, em maio de 2026. Na ocasião, os dois governos concordaram em criar uma frente de negociação sobre tarifas, comércio, segurança, minerais críticos e combate ao crime organizado. Lula saiu do encontro falando em avanços e na reconstrução das relações bilaterais.
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