Perdeu, mas saiu ganhando: Patrus ganha espaço para liderar a oposição em Minas

Patrus Ananias perdeu a disputa pelo governo de Minas Gerais, mas o resultado não encerra sua relevância política. Ao terminar em segundo lugar, com 26,34% dos votos válidos, atrás de Cleitinho Azevedo, eleito no primeiro turno com 55,4%, o petista reuniu uma base eleitoral que merece atenção na reorganização da oposição mineira.

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“Maradri”: a dobradinha que deu certo e levou a força de Contagem mais longe

Marília Campos eleita senadora por Minas Gerais e Adriana Souza eleita deputada estadual: o resultado das urnas de 4 de outubro abre um novo capítulo para duas lideranças com trajetórias ligadas a Contagem. Para quem acompanhou e apoiou essa caminhada, a comemoração cabe em uma expressão: a dobradinha “Maradri” deu certo!

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Por que considero Lula uma escolha melhor para o Brasil

Considero Lula uma escolha melhor para o Brasil porque acredito que o desenvolvimento de um país precisa ser medido pela vida que sua população consegue levar. Crescimento econômico importa, assim como investimento, produtividade e equilíbrio das contas públicas. Mas esses objetivos precisam se traduzir em alimentação adequada, trabalho digno, educação e acesso à saúde. É pela importância atribuída à proteção social em seu projeto político que vejo razões para defender Lula.

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Flávio Bolsonaro entre dois governos americanos: o risco de apostar quatro anos em uma aliança de dois

Uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro colocaria seu governo diante de um calendário internacional decisivo. Seu mandato começaria em 5 de janeiro de 2027, enquanto o atual mandato de Donald Trump termina em 20 de janeiro de 2029. Portanto, aproximadamente metade da administração brasileira coincidiria com Trump na Casa Branca; a outra metade, com o governo escolhido pelos americanos em 2028. Pelas regras constitucionais vigentes, Trump não pode ser eleito presidente uma terceira vez.

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A nova onda bolsonarista e o perigo de confundir vitória com poder sem limites

O resultado das eleições de 4 de outubro deve preocupar quem entende a democracia como algo maior do que uma disputa por maioria. Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno à frente de Lula, enquanto o PL ampliou sua presença no Congresso e conquistou governos estaduais. A Presidência ainda será decidida no segundo turno, mas o fortalecimento político do bolsonarismo já está demonstrado nas urnas.

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A química entre Lula e Trump desandou — e isso não é bom para nenhum dos lados

Quando Donald Trump afirmou, durante a Assembleia Geral da ONU de 2025, que havia surgido uma “excelente química” entre ele e Luiz Inácio Lula da Silva, abriu-se uma inesperada possibilidade de reaproximação. Apesar das profundas diferenças ideológicas, os dois presidentes demonstravam disposição para conversar e substituir o confronto por uma relação pragmática.

A aproximação chegou a produzir resultados. Houve telefonemas, negociações comerciais e uma visita de Lula à Casa Branca, em maio de 2026. Na ocasião, os dois governos concordaram em criar uma frente de negociação sobre tarifas, comércio, segurança, minerais críticos e combate ao crime organizado. Lula saiu do encontro falando em avanços e na reconstrução das relações bilaterais.

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Mercado de trabalho para pessoas com deficiência: inclusão avança, mas desafios ainda limitam oportunidades

A inclusão de pessoas com deficiência (PCDs) no mercado de trabalho brasileiro vem registrando avanços importantes nos últimos anos. A ampliação das políticas de diversidade, o fortalecimento da legislação e a conscientização das empresas têm contribuído para aumentar as oportunidades. No entanto, especialistas alertam que ainda há um longo caminho para garantir uma inclusão efetiva, baseada na valorização das competências e não apenas no cumprimento de exigências legais.

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Brasil dá adeus ao sonho do hexa e é eliminado pela Noruega nas oitavas da Copa do Mundo de 2026

O sonho do hexacampeonato chegou ao fim mais cedo para a Seleção Brasileira. Em uma atuação abaixo das expectativas, o Brasil foi derrotado por 2 a 1 pela Noruega, neste domingo (5), em Nova Jersey, nos Estados Unidos, e acabou eliminado nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.

O grande nome da partida foi Erling Haaland. O atacante norueguês confirmou o favoritismo individual, marcou os dois gols da equipe europeia e foi decisivo para colocar a Noruega entre as oito melhores seleções do torneio. O Brasil ainda conseguiu diminuir o placar com Neymar, em cobrança de pênalti nos acréscimos, mas já não havia tempo para reagir.

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Quando a política externa vira palco: o erro de pedir a Trump que classifique CV e PCC como terroristas

A política brasileira já produziu episódios de oportunismo retórico suficientes para surpreender pouco. Ainda assim, a movimentação de Flávio Bolsonaro ao pedir que Donald Trump classifique o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como grupos terroristas parece atravessar uma fronteira delicada: a do uso político de um problema gravíssimo de segurança pública para produzir espetáculo ideológico internacional.

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